Perplexo, respondi: "Sempre foi uma profissão que me meteu algum medo, mas sim, quero!"
Desde os tempos de colégio que a nossa ambição era trabalhar na área da comunicação, mas da minha parte estava mais virado para agências de comunicação, publicidade e marketing, comunicação interna e externa empresarial, no fundo áreas da qual tenho formação na Escola Superior de Comunicação Social e, numa fase posterior, na ETIC_, quando me especializei em Gestão de Comunicação e Assessoria de Imprensa.
Jornalismo nunca esteve nos meus planos, mas precisava de mudar de ares... apesar de ter feito amigos para a vida na PT Comunicações.
Como qualquer candidato a um lugar numa empresa, fui à entrevista para trabalhar na CONNECT, uma revista especializada em tecnologias móveis. Sem as grandes esperanças que o meu amigo PL depositava em mim, já que nunca tinha trabalhado na área, a verdade é que o mundo tecnológico sempre me fascinou e seria uma questão de tempo e de aprendizagem até que começasse a entrar no esquema de como funcionava uma redação, com a preciosa ajuda daquele que passou a ser o meu chefe (obrigado Luís Mateus) e do seu braço direito (obrigado Sofia Patrício).
Na altura todos diziam: "Quando começares nesta área nunca mais vais querer sair!"
Grande verdade! Hoje, passados quase 7 anos a trabalhar em jornalismo técnico, tenho a agradecer a demasiadas pessoas, mas principalmente ao meu amigo de infância, que me encaminhou para uma carreira de, posso dizê-lo sem qualquer modéstia, sucesso, à minha esposa Catarina Esgaio e, como é óbvio, à minha grande família e amigos.
Durante estes 7 anos desenvolvi projetos aliciantes para a publicação, como foi o caso do desenvolvimento de um site na Internet (que não existia), fui o primeiro na empresa a integrar a revista em páginas nas redes sociais e, com a ajuda de dois grandes "geeks" (risos) como o Paulo Maurício e o Nelson Brilhante, projetei uma revista de aplicações móveis, a App Magazine, pioneira em Portugal... ao qual se seguiu toda a concorrência já numa fase quando me tornei diretor da recém batizada zOOm i.t. - Tecnologia ao pormenor.
Desculpem-me a "gabarolice" - quem me conhece sabe que não sou assim - mas por vezes temos de nos fazer valer e este acaba por ser o meu primeiro assumir das capacidades e funções que consigo desempenhar. Outros, certamente, se seguirão, porque apesar de agora ter sido dispensado da empresa devido a razões económicas, não me vou lamuriar como tantos... vou à procura de realizar outros sonhos.



15 comentários:
"Mai nada" :)
Todos os processos de mudança poderão ser aliciantes, se nós assim o quisermos.
Se a vontade de aprender e a capacidade de nos adaptarmos ao meio que nos rodeia for algo que nos seja inato, então não teremos de ter receio de nada.
Vai em frente caro amigo... é apenas mais uma etapa.
Abraço.
Pedro Pereira
Quem escreve assim tem, desde logo, o principal reconhecimento necessário para o sucesso.
Força!
Abraço
José Machado
Grande Valter.
A partir de agora será sempre a subir!
Abraços e muito sucesso,
Luís Mateus
Boa sorte, Valter! Que tudo te corra bem no futuro. Tu mereces!
Grande abraço!
É como te tinha dito: os fins marcam apenas o início de algo novo - e esperemos, melhor! :)
Meu querido amigo...
A tua modéstia e humildade irão com toda a certeza abrir-te novas portas e grandes projectos, mereces!!
Força e coragem...
Beijinhos desta paleca que vos tem no coração...
Beijinhos
Sabes sobrinho, o ser humano, nåo morre, transforma-se. E exatamente a mesma frase poderá ser usada, nesta tua nova situacåo. Sabes porquë? Há muitos anos atrás, precisamente em 1985, o meu patråo, de entåo, foi-me pagando o ordenado do mês, 15 dias depois de ele terminar, passou a 2, a 3, e por ai fora, no espaco de um ano, recebi cerca de 3 a 4 meses, pagava eu para trabalhar, porque trabalhava no vidro, na Marinha Grande. Fomos para o fundo de desemprego. No final de 1986, fui embarcar nos navios de cruzeiro. Posso dizer-te neste momento, que foi a minha sorte na vida, o meu patråo nåo me ter pago os ordenados. Por isso a frase que usei no principio desta mensagem, nåo morri, trasformei a minha vida por completo, e sempre fui feliz, como sabes. Com tudo isto, quero-te dizer que lamento o que se está a passar contigo. Mas sei que irás enfrentar a situacåo. Em muito pouco tempo, iremos gosar a situacåo, por te ter sido favorável. Um abraco, e tudo do melhor para ti, pois sei bem que o mereces.
Primax, as oportunidades somos nós que as fazemos, vais ver que tudo correrá pelo melhor, ajuda caso necessites já sabes que podes contar cmg. Abraço
Valter...Dizem que o jornalismo é como andar de bicicleta. Eu diria mais: entranha-se na pele para nunca mais sair. :P Estamos por aqui se precisar. ;)
Grande balanço Válter!
Podes continuar a experimentar a vida.
Abraço,
(Vítor, o dos cheques)
Valter, tudo na vida tem uma razão para acontecer, portanto temos de olhar para as coisas menos boas, como um sinal que algo bom vai mudar e acontecer! Daqui a uns tempos vais olhar para este momento com a certeza que ele tinha que acontecer para estares melhor que nunca... Isso vai acontecer com certeza absoluta! Este tempo só vai permitir que abras novos horizontes, alcances novos projectos e traces outros caminhos que te levarão, igualmente, ao sucesso! Um beijinho grande para ti e para a Catarina :)
Obrigado pela força amigos!
Se para se ter sucesso no que quer que seja, é necessário que existam as oportunidades, e isso felizmente conseguiste (o facto de ter surgido através dum amigo só prova que também acreditava piamente, que não iria defraudar as expectativas das chefias), mais importante é saber agarrá-las e mantê-las e isso foi provado com a atribuição de um cargo de Director de uma nova publicação.
Este revés será ultrapassado, com a determinação e perseverança que estão subjacentes ao que acabei de ler.
Grande abraço
Joaquim Mota
Força gande Tó-zé. e fica a saber que ando a escrever um remake da "Estrela Carmita" no qual continuas como "artista" principal. Abraço
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