12 de Janeiro de 2012

Foi assim que aconteceu...

Estávamos em Março de 2005, trabalhava eu na PT Comunicações há já 5 anos, quando o meu grande amigo de infância Pedro Lucas me perguntou: "Queres ser jornalista?"
Perplexo, respondi: "Sempre foi uma profissão que me meteu algum medo, mas sim, quero!"


Desde os tempos de colégio que a nossa ambição era trabalhar na área da comunicação, mas da minha parte estava mais virado para agências de comunicação, publicidade e marketing, comunicação interna e externa empresarial, no fundo áreas da qual tenho formação na Escola Superior de Comunicação Social e, numa fase posterior, na ETIC_, quando me especializei em Gestão de Comunicação e Assessoria de Imprensa.


Jornalismo nunca esteve nos meus planos, mas precisava de mudar de ares... apesar de ter feito amigos para a vida na PT Comunicações.


Como qualquer candidato a um lugar numa empresa, fui à entrevista para trabalhar na CONNECT, uma revista especializada em tecnologias móveis. Sem as grandes esperanças que o meu amigo PL depositava em mim, já que nunca tinha trabalhado na área, a verdade é que o mundo tecnológico sempre me fascinou e seria uma questão de tempo e de aprendizagem até que começasse a entrar no esquema de como funcionava uma redação, com a preciosa ajuda daquele que passou a ser o meu chefe (obrigado Luís Mateus) e do seu braço direito (obrigado Sofia Patrício).





Na altura todos diziam: "Quando começares nesta área nunca mais vais querer sair!"
Grande verdade! Hoje, passados quase 7 anos a trabalhar em jornalismo técnico, tenho a agradecer a demasiadas pessoas, mas principalmente ao meu amigo de infância, que me encaminhou para uma carreira de, posso dizê-lo sem qualquer modéstia, sucesso, à minha esposa Catarina Esgaio e, como é óbvio, à minha grande família e amigos.


Durante estes 7 anos desenvolvi projetos aliciantes para a publicação, como foi o caso do desenvolvimento de um site na Internet (que não existia), fui o primeiro na empresa a integrar a revista em páginas nas redes sociais e, com a ajuda de dois grandes "geeks" (risos) como o Paulo Maurício e o Nelson Brilhante, projetei uma revista de aplicações móveis, a App Magazine, pioneira em Portugal... ao qual se seguiu toda a concorrência já numa fase quando me tornei diretor da recém batizada zOOm i.t. - Tecnologia ao pormenor.







Desculpem-me a "gabarolice" - quem me conhece sabe que não sou assim - mas por vezes temos de nos fazer valer e este acaba por ser o meu primeiro assumir das capacidades e funções que consigo desempenhar. Outros, certamente, se seguirão, porque apesar de agora ter sido dispensado da empresa devido a razões económicas, não me vou lamuriar como tantos... vou à procura de realizar outros sonhos.

Obrigado a todos!



15 comentários:

Pedro Pereira disse...

"Mai nada" :)
Todos os processos de mudança poderão ser aliciantes, se nós assim o quisermos.
Se a vontade de aprender e a capacidade de nos adaptarmos ao meio que nos rodeia for algo que nos seja inato, então não teremos de ter receio de nada.

Vai em frente caro amigo... é apenas mais uma etapa.

Abraço.
Pedro Pereira

José Machado disse...

Quem escreve assim tem, desde logo, o principal reconhecimento necessário para o sucesso.

Força!

Abraço

José Machado

LM disse...

Grande Valter.
A partir de agora será sempre a subir!

Abraços e muito sucesso,
Luís Mateus

José Moreno disse...

Boa sorte, Valter! Que tudo te corra bem no futuro. Tu mereces!
Grande abraço!

Carlos Martins disse...

É como te tinha dito: os fins marcam apenas o início de algo novo - e esperemos, melhor! :)

Teresa Cardoso disse...

Meu querido amigo...
A tua modéstia e humildade irão com toda a certeza abrir-te novas portas e grandes projectos, mereces!!
Força e coragem...
Beijinhos desta paleca que vos tem no coração...
Beijinhos

silvino disse...

Sabes sobrinho, o ser humano, nåo morre, transforma-se. E exatamente a mesma frase poderá ser usada, nesta tua nova situacåo. Sabes porquë? Há muitos anos atrás, precisamente em 1985, o meu patråo, de entåo, foi-me pagando o ordenado do mês, 15 dias depois de ele terminar, passou a 2, a 3, e por ai fora, no espaco de um ano, recebi cerca de 3 a 4 meses, pagava eu para trabalhar, porque trabalhava no vidro, na Marinha Grande. Fomos para o fundo de desemprego. No final de 1986, fui embarcar nos navios de cruzeiro. Posso dizer-te neste momento, que foi a minha sorte na vida, o meu patråo nåo me ter pago os ordenados. Por isso a frase que usei no principio desta mensagem, nåo morri, trasformei a minha vida por completo, e sempre fui feliz, como sabes. Com tudo isto, quero-te dizer que lamento o que se está a passar contigo. Mas sei que irás enfrentar a situacåo. Em muito pouco tempo, iremos gosar a situacåo, por te ter sido favorável. Um abraco, e tudo do melhor para ti, pois sei bem que o mereces.

Paulo Maurício disse...

Primax, as oportunidades somos nós que as fazemos, vais ver que tudo correrá pelo melhor, ajuda caso necessites já sabes que podes contar cmg. Abraço

Pipocas disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Susana Resende disse...

Valter...Dizem que o jornalismo é como andar de bicicleta. Eu diria mais: entranha-se na pele para nunca mais sair. :P Estamos por aqui se precisar. ;)

. disse...

Grande balanço Válter!
Podes continuar a experimentar a vida.

Abraço,
(Vítor, o dos cheques)

Marta Anastácio disse...

Valter, tudo na vida tem uma razão para acontecer, portanto temos de olhar para as coisas menos boas, como um sinal que algo bom vai mudar e acontecer! Daqui a uns tempos vais olhar para este momento com a certeza que ele tinha que acontecer para estares melhor que nunca... Isso vai acontecer com certeza absoluta! Este tempo só vai permitir que abras novos horizontes, alcances novos projectos e traces outros caminhos que te levarão, igualmente, ao sucesso! Um beijinho grande para ti e para a Catarina :)

Valter Leandro disse...

Obrigado pela força amigos!

Anónimo disse...

Se para se ter sucesso no que quer que seja, é necessário que existam as oportunidades, e isso felizmente conseguiste (o facto de ter surgido através dum amigo só prova que também acreditava piamente, que não iria defraudar as expectativas das chefias), mais importante é saber agarrá-las e mantê-las e isso foi provado com a atribuição de um cargo de Director de uma nova publicação.
Este revés será ultrapassado, com a determinação e perseverança que estão subjacentes ao que acabei de ler.

Grande abraço

Joaquim Mota

Vitare disse...

Força gande Tó-zé. e fica a saber que ando a escrever um remake da "Estrela Carmita" no qual continuas como "artista" principal. Abraço